Mauricio de Sousa

Os Amazônicos

Os Amazônicos são personagens criados por Mauricio de Sousa com característricas bastante diferentes das propostas em suas outras criações.

Turma do Piteco

Piteco o personagem principal desta séria criada por Mauricio de Sousa, surgiu em 1963, em tiras de jornais. É um dos habitantes da aldeia de Lem, um universo onde homens e mulheres das cavernas convivem com dinossauros (algo que só existe na ficção). O enredo da maioria de suas histórias gira em torno da sua eterna fuga do casamento com a Thuga.

Os Souzas

Os Souzas são personagens atípicos no universo criado por Mauricio de Sousa, nestas histórias um casal de classe média se vê às voltas com um cunhado folgado.

Turma do Penadinho

A Turma do Penadinho (cujo nome do protagonista vem de alma penada), foi criada por Mauricio de Sousa "para desmistificar os medos e pavores que cercaram a infância", como ele mesmo coloca.

Dona Morte

Segundo Mauricio de Sousa o personagem da Dona Morte surgiu naturalmente na Turma do Penadinho

Pixuquinha

Caracterizado como criança fantasma Pixuquinha é um dos personagem do elenco de apoio da Turma do Penadinho, em algums histórias ele já apareceu como sobrinho do Zé Vampir.

Zé Vampir

Zé Vampir, um dos protagonista da Turma do Penadinho surgiu pelo traço de Mauricio de Sousa em tirinhas na década de 60, sua primeira história longa foi "Um Dia de Cão" no gibi Mônica 182 em janeiro de 1985.

Nico Demo

Nico Demo é um menino amoral, que com aparente boa intenção promove as mais variadas travessuras (lembrando o estilo de Dennis - The Menace do desenhista Hank Ketcham, que no Brasil oi batizado de Denis, o pimentinha).

Luca

Luca é um menino cadeirante que ingressou na Turma da Mônica em dezembro de 2004 com o lançamento da revista Mônica nº 222 (Editora Globo). Luca é bonito (e portanto popular entre as garotas) e gosta de esportes, principalmente de basquete.

Dorinha

Dorinha, a mais recente integrante da Turma da Mônica (2005), foi criada por Mauricio de Sousa inspirado pelo exemplo real de Dorina Nowill, fundadora de uma fundação que leva seu nome e que está voltada a proporcionar aos deficientes visuais condições de cidadania e independência.